Atenção aos Ultraprocessados! Saiba como esses alimentos e produtos relacionados podem afetar sua saúde física e mental, e o que a psicologia de Jung revela sobre isso.
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| Produtos ultraprocessados afetam sua saúde física e mental. Imagem gerada por I.A. |
Mediante a nossa realidade social e a correria imposta do dia a dia, acabamos não percebendo as reais consequências da nossa má alimentação. Produtos e alimentos similares e ultraprocessados ganham cada vez mais espaço na nossa rotina. Com seus preços baixos e promessas de rápido preparo, destaco aqui o quanto precisamos tomar consciência de como eles afetam tanto nosso o corpo quanto o psicológico.
O PODER DO OLHAR CONSCIENTE
Percebo que cada vez mais as embalagens de produtos similares se parecem (e muito) com as de marcas conhecidas e populares. E você, já percebe isso também? Copiam e incluem um pequeno aviso de "similar", visando nos induzir para a compra automática e fácil. Copiam e não é à toa. Afinal, quando um rótulo famoso é criado, existe toda uma psicologia por trás dessa construção para que ele seja recebido com sucesso pelo público.
Alimentos como queijo e café dividem espaço nas prateleiras com as sombras de suas versões: "por fora bela viola, por dentro pão bolorento". E observando isso considerei importante traçar um breve comparativo entre o termo "sombra", de Jung, e os alimentos ultraprocessados similares que encontramos nos supermercados.
Assim como a nossa sombra pessoal oculta aspectos danosos sobre nós mesmos (e que muitas vezes preferimos ignorar), esses produtos camuflam ingredientes nocivos para a nossa saúde. E vale lembrar que tais produtos são derivados da criação e projeção inconsequente do próprio ser humano! E se vem do humano, revela algo sobre ele.
Logo, é chegada a hora sustentarmos uma escolha mediante a nossa alimentação no sentido de autocuidado consciente e preservação de si mesmo, ou a parte pouco conhecida de nós seguirá nos regendo com escolhas prejudiciais, gerando desequilíbrio interno, mal-estar e possíveis doenças.
Muitos produtos nos são vendidos nessa lógica capital, e a criatividade da indústria para mascarar a baixa qualidade é de surpreender. E o que nós estamos nos tornando no meio disso? Acompanha comigo, pois vou esclarecer alguns pontos importantes desta trama. Diante de tantas opções, como nós consumidores podemos nos proteger?
Se o preço do produto estiver muito baixo, não saia colocando automaticamente no carrinho. Vamos querer averiguar primeiro, certo! Sei que fazer economia muitas vezes não é uma escolha, e sim uma necessidade. Porém, se o preço é muito baixo, provavelmente a qualidade se faz baixa igual. Insisto, pois o oposto disso sai muito caro para a nossa saúde. E não tem corpo e psicológico que aguente.
Se o nosso corpo é o nosso templo, precisamos rever o que é que estamos deixando fazer morada nele. O que comemos nos nutre, nos forma e nos conforta. E eu entendo que comer é sagrado (ou pelo menos deveria ser assim). Jung já nos alertava em sua obra Psicologia e Alquimia sobre a importância da alimentação simbólica. Ele entendia que o ato de se alimentar vai além da nutrição física, sendo também um ato simbólico de conexão com as pessoas, com o mundo e com o nosso inconsciente. Uma alimentação vazia de nutrientes e desprovida de valor simbólico tende a nos levar a um sentimento de desconexão com a vida.
A nossa população de baixa renda é a mais afetada por esse problema. O acesso precário à informação, a publicidade ilusória e a busca (necessidade) por alimentos mais baratos criam um ciclo vicioso de má alimentação e doenças. A indústria que nos abastece, ciente dessa vulnerabilidade, segue perpetuando o problema criado por eles mesmos. E mediante tudo isso, eu te digo o seguinte: precisamos repensar nossas escolhas referentes a alimentação para que o lucro seja nosso!
Romper esse ciclo vicioso é um desafio, mas não é impossível. A conscientização é o primeiro passo e precisa ser nosso! Reforço para a importância de buscarmos informações sobre os alimentos que consumimos e sobre seus rótulos. Assim como comparar preços e ingredientes se faz fundamental.
Priorizem alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes e grãos integrais, é a melhor forma de garantir uma nutrição adequada e proteger a saúde física e mental.
O apoio a pequenos produtores e feiras orgânicas também é uma forma que considero bacana e necessária de fortalecer a economia local e garantir o acesso a alimentos de qualidade, livres de agrotóxicos e outros produtos químicos nocivos.
Lembre-se: a nossa saúde é o nosso maior tesouro! Não podemos permitir que a indústria da fome continue se aproveitando da nossa vulnerabilidade. A mudança começa em nós, nas nossas escolhas conscientes e no nosso direito à informação.
Este post é um chamado para que possamos nos conscientizar sobre a qualidade dos alimentos que estamos comprando atualmente nas prateleiras dos supermercados, e o quanto isso pode afetar o nosso
REFERÊNCIAS
https://sbtnews.sbt.com.br/noticia/brasil/produtos-similares-aos-originais-invadem-supermercados-e-podem-custar-mais-caro
https://itps.se.gov.br/itps-alerta-consumidores-sobre-a-diferenca-entre-produtos-similares-e-originais-nas-prateleiras-de-supermercados/



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Agora tem o café falso também por causa do preço do original
ResponderExcluirsem os alertas acabamos comprando no automático por parecer ser vantagem...
ResponderExcluirPost necessário!!
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